Como a GVT me passou a perna (e continua passando)

Minha história de amor com a GVT tinha tudo pra ter um final feliz. Quando eu tive pela primeira vez, ainda em Itajaí, foi ir da água pro vinho. Pudera, eu era um usuário da Oi, até então a pior merda que o dinheiro podia pagar. Meus downloads voavam, a internet nunca mais caía, e a empresa fornecia o melhor serviço. Fornecia – não é um vício de linguagem, é no passado mesmo.

Pois bem, não lembro se escrevi aqui sobre o sofrimento que era ter internet da NET. Passei os mesmos perrengues do que com a Oi. A internet não parava de cair, ficava absurdamente lenta do nada, e com um tempero extra: uma franquia ridiculamente baixa, de só 80 GB. Porra meu, metade disso eu gasto com vídeos no YouTube, imagina morando em cinco!

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O martírio do transporte coletivo, parte 4

Se eu piso em um ônibus, já é um presságio de que vai ter merda. Já aconteceu outras três vezes, mesmo, que acostuma. Ainda bem que, dessa vez, nem precisei sair da cidade, então perdi só pouco menos de uma hora.

Então, faz uma semana que aconteceu, mas eu só lembro do caso em momentos inoportunos: logo quando entro no banho, ou no meio do caminho pra universidade. Daí pra lembrar quando eu estiver procrastinando na frente do computador, eu nunca consigo. Dessa vez, foi emblemático, porque o final foi cômico. Pois bem, estava eu indo pra casa da minha vó, que estava de aniversário, esperando no terminal depois de levar quase quarenta minutos pra ir de casa até o centro, percurso que leva 10 minutos em movimento fluido. Vou mascarar o nome dos ônibus que citarei por segurança.

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Episódio 6: o segundo semestre

Não escrevi mais nada sobre a saga desde as férias. Também, o segundo semestre foi uma merda mesmo. Mas não como se eu fosse um depressivo desolado não, é que a carga de dedicação do segundo semestre foi enorme, especialmente motivada pela grande decepção do primeiro semestre chamada Cálculo.

O curso de Computação é bastante empaçocado, já que quase todos os semestres tem quase o limite de horas-aula alocados, isto é, pra fazer uma matéria de novo, eu preciso, talvez, tirar alguma que eu poderia fazer já no segundo semestre. Felizmente, não foi o caso de eu perder matérias por causa de outras atrasadas.

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A mentira da Black Friday

A Black Friday é uma ação de vendas (ou liquidação) anual em diversas lojas em descontos absurdos como preparação para a época de compras para o natal. Ela acontece na quarta sexta-feira de novembro, já que em terras gringas acontece um dia depois do dia de Ação de Graças.

As lojas lá costumam praticar preços que vão de 5% ate o infinito, 50%, 60% e ate 70% em cada produto. É realmente uma liquidação dos produtos que sobraram do ano inteiro. Mas, em um certo dia de 2010, uma ferramenta de busca de preços resolveu abrasileirar o evento e, como todos sabemos, obviamente deu merda.

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O martírio do transporte coletivo, parte 3

Parece que eu estou fadado a me foder com transporte coletivo até o fim dos tempos. Às vezes é sacanagem da empresa, outras vezes tudo acontece pra me atrasar ou eu mesmo me perco com horários.

Pois bem, aconteceu mais uma vez de eu ter muito azar com o supracitado transporte. Eu acordei muito cedo – eu realmente acordei muito cedo, antes das 4 -, comprei a passagem pela internet pra não perder ônibus na hora, arrumei a casa toda, passei uns filmes pro tablet pra eventualmente assistir, e as 6:30 eu estava prontíssimo.

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Terror do futuro: fim da internet

Essa é a primeira parte de uma nova saga, que será sobre as pessimistas expectativas sobre o futuro que nos aguarda. Os posts serão enormes, espero que de ao menos meia hora de leitura.

É de conhecimento geral que a internet hoje se transformou numa bolha em crescente expansão. A internet cresce exponencialmente, com todos os projetos de inclusão digital, celulares e computadores a preço de banana, e tudo mais. Isso não é ruim: a internet é uma das ferramentas mais maravilhosas que a genial mente do ser humano foi capaz de criar até o presente momento.

Até hoje, aparentemente, tudo tem ocorrido perfeitamente. Cada um pode acessar a internet livremente, pode usar o Facebook, Twitter, acessar blogs, ter seu próprio blog inclusive, mandar e receber emails à vontade. Houve poucos casos em que algum site foi barrado ou bloqueado, e hoje os únicos sites proibidos são os que infringem leis gravíssimas: sites de tráfico de drogas, pedofilia/pornografia infantil, entre outras coisas mais obscuras – embora eles existam.

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